Carros eletricos prometem aumento nas ações de empresas australianas

Não é novidade que grandes empresas multinacionais estão se empenhando cada vez mais em projetos sustentáveis, pensados para trazer o bem-estar da população e ao mesmo tempo não poluir o meio-ambiente.

Os carros elétricos aparecem como uma solução milagrosa para substituir os carros movidos a combustão e diminuir a emissão de gases tóxicos, como o monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (C02).

Os novos projetos de carro, utilizam uma bateria de lítio, onde uma das mais importantes matérias primas é o cobalto. As reservas desse metal estão sendo procuradas por muitas empresas que desenvolvem carros, e ficando cada vez mais escassas. As duas maiores reservas de cobalto do planeta estão na África e na Austrália. Por muito tempo as reservas na República democrática do Congo eram as preferidas internacionalmente, mas o cobalto australiano vem se tornando muito mais atraente aos compradores, devido as recentes denúncias de que os direitos humanos não estão sendo respeitados no trabalho dos mineradores africanos, eles estariam utilizando trabalho infantil para minerar o cobalto. O comprometimento das grandes empresas automobilísticas com a relação de trabalho e origem do produto os induz a comprarem cobalto das reservas australianas.

Devido ao crescente interesse em carros mais sustentáveis e a dificuldade para comprar cobalto africano, ações de empresas como a Clean TeQ, que é detentora da maior reserva de cobalto australiano, estão em ascensão e atraindo atenção de muitos investidores internacionais. Outras empresas australianas também estão vendo suas ações aumentarem de maneira considerável.

A estimativa é que em alguns anos a maioria dos carros rodando nas ruas sejam elétricos, e que a preferência do consumidor por carros sustentáveis seja bem maior do que os carros movidos a petróleo.

Muitos países já estão se pronunciando a favor dos carros elétricos e pretendem incorpora-los o quanto antes. Paris, capital francesa já declarou que até 2030 quer tirar de circulação todos os carros movidos a gasolina e diesel. O mercado dos carros elétricos já está bem aquecido e promete um maior crescimento de acordo com o comprometimento dos países com o meio ambiente.

 

Aeroportos de todo o país irão receber R$ 162,5 milhões em investimentos

Um investimento realizado pelo “Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil”, direcionados ao Aeroporto de Passo Fundo, localizado no Rio Grande do Sul, foi anunciado no dia 7 de dezembro de 2017. O investimento foi firmado junto ao governo do estado no total de R$ 45 milhões.

O real objetivo é ampliar o poder de capacidade no terminal da cidade, localizado a 290 km do centro de Porto Alegre. Isso irá possibilitar as operações de mais aeronaves identificadas dentro da categoria 3C. Nesta região, o carro chefe da economia é o setor de aviação, que é detentor do quinto melhor retrospecto dentro do estado.

Desse total de investimento anunciado pelo ministério, 97% terão contribuições destinadas pelo Governo do Brasil, os outros 3% serão recebidos do governo do estado. De acordo com a pasta, o tempo estimado para a realização do projeto será de 1 ano e 10 meses. Logo na primeira fase que compõe o empreendimento, que deverá será concluída no mês de dezembro de 2018, as pistas para pouso e decolagem já estarão entregues, junto a regularização de outras faixas voltadas para as operações de rotina e áreas de segurança.

Já na segunda fase, o objetivo é concluir um terminal para os passageiros, áreas de segurança contra incêndio, um pátio para as aeronaves e taxiway. O terminal também será equipado com o que existe de melhor em termos de ferramentas para a navegação aérea. O ministro Maurício Quintella, do Ministério dos Transportes, revelou que os investimentos deverão aumentar a oferta de voos da região de Passo Fundo. Ele ainda lembrou que os valores também serão distribuídos conforme forem sendo concluídas as etapas previstas pelo projeto.

De acordo com o “Programa de Investimentos em Aeroportos Regionais”, no atual momento existem 17 compromissos no valor de R$ 162,5 milhões, sendo R$ 142,1 milhões vindos do Governo do Brasil. As obras de reforma e de ampliação relacionadas com a pista para pouso e decolagens, as pistas de taxiway, e a compra de muitos equipamentos que irão auxiliar toda a forma de navegação, são os principais objetivos que irão ser oferecidos pelo programa.

 

Cesta básica está mais barata em 17 capitais, aponta pesquisa

Os itens que compõe uma cesta básica ficaram mais baratos no mês de novembro em 17 das 21 cidades brasileiras participantes da pesquisa. Os dados, divulgados pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, mostram que Rio de Janeiro (3,25%), Belém (2,26%) e Brasília (2,12%) foram as cidades de maior queda no valor.

O Nordeste do país houve registro de quatro altas: Natal, Aracaju, Maceió e Recife. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que realizou a pesquisa, foram os gaúchos que pagaram mais caro no período pela cesta básica.

Em Porto Alegre, maior valor registrado no período relatado, a soma total dos itens chegou a R$ 444,16. A região também foi a que mais comprometeu o orçamento com compra dos produtos. Os riograndenses gastaram quase 52% do salário mínimo vigente (R$ 927,00) nos itens essenciais que compõem a cesta básica.

São Paulo ficou em segundo lugar como a capital que apresentou valor mais oneroso. A cesta básica dos paulistanos custa cerca de R$ 424,00 – 1,14% mais baixo que o registrado no mês passado.

O terceiro maior valor ficou com Florianópolis (R$ 415,00). Em contrapartida, o valor mais baixo constatado na pesquisa do mês foi encontrado em Salvador (R$ 315,98), seguido por João Pessoa (R$ 324,90) e Recife (R$ 327,85).

A redução no valor de compra mais expressiva nos itens da cesta básica foi a encontrada em Campo Grande: quase 15%. O valor médio na capital foi de quase R$ 365,00.

No total, o estudo demonstrou que todas as capitais tiveram redução significativa no valor da cesta básica no acumulado do ano. Entretanto, o Dieese estima que o valor adequado para o salário mínimo deveria ser de R$ 3.731,39.

De acordo com a pesquisa, esse seria o orçamento ideal para que uma família de quatro pessoas tenha condições de comprar a cesta com os itens essenciais de consumo sem comprometer outras compras.

Esse número equivale a quase quatro vezes o valor do salário mínimo em vigor atualmente. No mesmo período, em 2016, a estimativa era de R$ 3.940,41 ou quase 4,5 vezes o que o salário mínimo valia naquela época (R$ 880,00).

 

Serasa diz que inadimplência bate recorde entre as micro e pequenas empresas

Segundo estudo realizado pela Serasa Experian, a quantidade de micro e pequenas empresas inadimplentes no Brasil chegou a quase 5 milhões no mês de outubro deste ano. Desde o início do levantamento, no mês de março do ano passado, esse é o maior número já registrado. Essa quantidade de empresas representa um aumento de 12% em comparação ao ano passado no mesmo período. Entre as inadimplentes estão as de prestação de serviço que representam 45,6%, as comerciais 45,2% e as que pertencem a indústria somam 8,8% dos endividados.

A participação dos prestadores de serviço na economia do país explica os números negativos altos, disse Luiz Rabi, economista da Serasa. “Atualmente, dos negócio abertos no país, quase dois terços são representados pelo setor de serviços”.

Entre as empresas do setor de serviços, 50% se encontram inativas, segundo Rabi, que disse que o Brasil está em recessão em 2017, mas a recuperação econômica não chegou a esse setor ainda.

A região que mais possui micro e pequenas empresas negativadas é a região Sudeste, com um total de 53,7%. Os estados com os maiores números de empresas inadimplentes dessa região, são: São Paulo com 32,5%, Minas Gerais com 11,1% e o Rio de Janeiro com 8,1%.

O Produto Interno Bruto, o PIB, que é a soma de toda a riqueza do país tem as micro e pequenas empresas representando 27% do seu total.

Para os especialistas, o refis estimula a inadimplência, pois a abertura de programas de financiamento com frequência faz com que as empresas se acostumem com a situação.

O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, João Eloi Olenike, acha que esses programas de financiamento prejudica as empresas que cumprem com as suas obrigações fiscais corretamente, e os devedores acabam sendo incentivados pelos programas, pois sempre ficam esperando um novo financiamento para poder pagar suas dívidas.

As empresas que estão negativadas e querem negociar suas dívidas atrasadas podem utilizar o site do Serasa. É realizado um cadastro gratuito no Recupera PJ, que irá mostrar as pendencias das empresas para negociação.

 

Vendas de Natal terão crescimento de 7% em 2017, afirma a Abrasce

Uma estimativa realizada pela Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers, diz que em 2017 as vendas de Natal realizadas em shopping centers em todo o país, terão alta de 7%. Esse número estimado é em comparação com o mesmo período em 2016. Essa estimativa vem de uma pesquisa realizada pela Abrasce com os empreendimentos ativos em todo o país, e tomou como base a maior procura de clientes nos shoppings e as estimativas de crescimento econômico já traçadas para este ano.

Segundo a Abrasce, este ano as vendas de Natal serão superiores ao ano passado, onde as vendas alcançaram 0,3% em comparação com o ano de 2015. Dentre as categorias que mais terão potencial de elevar as vendas este ano, vestuário, eletroeletrônicos e calçados são os que mais terão procura, segundo as estimativas da entidade. Já que as perspectivas para as vendas de Natal estão melhores em 2017, as contratações temporárias nos shoppings para o fim deste ano também demonstram perspectivas positivas, com previsão de crescimento de 5% no número de contratações com registro em carteira.

Mesmo o Brasil tendo passado por um ano de crise econômica, demonstrando uma retomada econômica ainda tímida, a entidade apontou para perspectivas positivas de crescimento no número de vendas para o Natal deste ano, e teve como base o bom retrospecto de vendas nos shopping centers do país em 2017. Segundo a Abrasce, no acumulado deste ano até o mês de setembro, houve um crescimento nas vendas realizadas nos shopping centers, com alta de 5%.

O segundo semestre deste ano vem demonstrando ótimos retrospectos, e deve manter as expectativas de fechamento entre 5% e 7% previstas pela entidade. As estimativas traçadas de melhora para a economia brasileira até o final deste ano, deverão se manter positivas e poderão ser sentidas nas vendas de Natal deste ano, afirma a direção da Abrasce em uma análise realizada. “A retomada gradativa da confiança do consumidor no segundo semestre deu um fôlego maior ao varejo”, explicou Glauco Humai, presidente da associação.

Ainda segundo a entidade, alguns pontos da reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro deste ano, poderão impulsionar o número de contratações no comércio, devido a uma maior flexibilidade entre patrão e empregado. A tendência de confirmação para os números positivos nas vendas no comércio irão refletir no primeiro trimestre de 2018, segundo as estimativas da Abrasce.

 

Segundo Luiz Carlos Trabuco, próximo presidente do Bradesco é membro da atual diretoria executiva

Luiz Carlos Trabuco Cappi declarou, no último mês de outubro (11), em entrevista para esclarecimentos sobre o momento de transição no conselho de administração da entidade, que o seu sucessor na presidência executiva do Bradesco é membro da atual diretoria executiva da instituição. Obedecendo ao costume do banco em optar por um funcionário do alto-escalão, a perspectiva é de que o próximo presidente seja escolhido entre os sete vice-presidentes da organização.

De acordo com Trabuco, a escolha de um executivo da própria instituição é acertada e o nome do indicado pode ser revelado antes do prazo definido pelo regimento interno da organização (março de 2018): “A organização é complexa, somos uma organização grande, segmentada. Tudo isso vai refletir no melhor perfil para a escolha do profissional, não há surpresas do ponto de vista de uma antecipação desse processo”, afirmou

Pouco tempo antes, o banco havia anunciado a saída de Lázaro Brandão do cargo de presidente do conselho de administração. Luiz Carlos Trabuco Cappi assumirá a função em substituição a Brandão – que atuou com funcionário do banco por mais de setenta anos. Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, que possui quase seis décadas de trabalho no banco, é quem deverá ocupar a cadeira de vice-presidente do conselho.

Conforme destaca Lázaro Brandão – que presidiu o conselho de administração por 27 anos – o procedimento de sucessão já vinha sendo estudado nos últimos tempos. Entretanto, para que nenhuma definição ocorresse de forma prematura, a regra que obrigaria Luiz Carlos Trabuco Cappi a renunciar à presidência da instituição assim que completasse 65 anos foi alterada, possibilitando que seu período como presidente fosse ampliado até março do próximo ano.

Ainda segundo Brandão, o prolongamento do mandato de Trabuco deu espaço para que as tomadas de decisão fossem concebidas de forma tranquila: “Na ocasião, ainda não estava confirmado, ainda tinha uma pendência envolvendo a sucessão do presidente do conselho. Eu estava um pouco em dúvida, era prudente que não se precipitasse.”, explicou. De forma complementar, Lázaro ainda ressaltou que Luiz Carlos Trabuco Cappi dispõe de todas as prerrogativas para exercer de forma eficiente a função de presidente do conselho de administração.

Sobre o atual momento do país

Trabuco salienta que o principal fator de retomada do crescimento da economia do país está relacionado ao consumo familiar. Segundo o presidente: “Isso que nos faz ser otimistas no curto prazo, a despeito da economia (…). A economia brasileira está descolada do processo político, é só observar o volume de investimentos estrangeiros diretos, que têm batido recorde”, evidencia. Já quando o assunto é crédito, Cappi não detalhou projeções, todavia, reforçou que, conforme a economia volte a crescer, o acesso ao crédito deve ser multiplicado na mesma proporção.

Luiz Carlos Trabuco Cappi é natural de Marília (SP) e estudou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo. Ingressou no Bradesco ainda em 1969. Dentre os cargos que chefiou antes de alcançar a presidência-executiva do banco em 2009, destaca-se o de presidente do Grupo Bradesco Seguros, no período de 2003 a 2009.

 

Customer Experience Summit e a importância da experiência do cliente – com Rodrigo Terpins

Muito se debate nos dias de hoje sobre experiência do consumidor. E é com foco nessa temática que foi realizada, no último mês de setembro (28), a Customer Experience Summit, maior evento do pais com foco total em experiência do cliente. Atualmente em sua 4º edição, a organização do evento ocorrido do Shopping Vila Olímpia, em São Paulo, ficou sob a responsabilidade da startup mineira Track Sale. Conforme reporta o empreendedor varejista Rodrigo Terpins, aproximadamente 800 gerentes, especialistas, empresários e interessados em geral participaram do evento. No local, foram debatidas técnicas e ferramentas de aprimoramento das experiências de compra e feedback dos clientes. Também foram discutidos métodos voltados para fidelização da clientela às marcas.

A abertura do evento ficou a cargo de Luiz Heleno Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza. Em sua fala, a fundadora da loja de departamentos esclareceu que o trabalho com vendas necessita, antes de qualquer coisa, de gostar de pessoas; afinal de contas, o consumidor é o grande motivador da existência de qualquer negócio. Ainda conforme noticia Rodrigo Terpins, todos os palestrantes salientaram um mesmo ponto: o sucesso das empresas está diretamente associado à sua habilidade de atender o consumidor da melhor maneira possível e possibilitar uma experiência de relação entre as duas partes.

O uso da tecnologia foi outro ponto bastante abordado no Customer Experience Summit. Segundo afirmou Luiza Trajano: “em tempos de redes sociais, é preciso que as marcas concentrem todos os esforços na experiência positiva do cliente. Estamos fazendo nossa marca o tempo todo e percebemos que o poder está em servir as pessoas”, reporta Rodrigo Terpins.

Já Tomás Duarte, cofundador da Track Sale, expôs um interessante panorama sobre o futuro do consumo. Segundo o CEO da startup organizadora do evento, até o ano de 2030 smartphones possuirão capacidade e funcionalidades superiores aos computadores mais modernos; sistemas de entrega de produtos, hoje apoiados em carros e motocicletas, serão baseados no uso de drones; e as startups irão prevalecer em mercados atualmente dominados por grandes corporações. Contudo, o foco ainda será na satisfação do cliente, noticia o empreendedor varejista.

O equívoco em afirmar que o uso da tecnologia limita o contato humano foi um tópico colocado em debate por Claudia Vale, sócia-diretora da consultoria especializada em experiência do cliente Flwow. Rodrigo Terpins reporta o argumento de Claudia: “as redes sociais, quando afastam as pessoas, é muito mais culpa dos que não sabem, efetivamente, se relacionar. Existem pessoas que usam a tecnologia e não se afastam das pessoas”.

De forma complementar, ao longo do evento ficou evidente entre os palestrantes, que, num futuro próximo, as organizações deverão criar fortes vínculos emocionais com seu público consumidor e que os acessórios tecnológicos são aliados importantes nessa jornada. Um exemplo bastante atual é a utilização de leitores faciais: tais ferramentas são capazes de analisar o humor do consumidor e direcionar o melhor tipo de atendimento para este cliente, noticia o empresário do ramo varejista Rodrigo Terpins.

 

Novo corte na Selic realizado pelo Copom reduz a taxa de juros a 7,5% ao ano

No dia 25 de outubro de 2017, o Copom – Comitê de Política Monetária – realizou mais um corte na taxa Selic, taxa básica de juros, sendo esse corte o 9º consecutivo esse ano. A taxa básica de juros do Brasil que estava em 8,25% a.a, sofreu um recuo para 7,5% a.a, o equivalente a um recuo de 0,75 ponto.

Esse novo corte já era esperado segundo as projeções realizadas pela equipe econômica do governo nos últimos meses. Segundo essas estimativas, o esperado até o final de 2017 é que a taxa básica de juros chegue a 7% a.a. Esse novo corte realizado pelo Copom teve a influência de fatores da atividade econômica, que demonstram uma retomada gradual na recuperação do país.

Levando em conta também o mercado externo, o ótimo retrospecto da Alemanha na zona do Euro, a forte ascensão da China como economia dominante, entre outros acontecimentos que influenciam direta e indiretamente a recuperação econômica brasileira, fortalece a visão que outros países investidores têm sobre o Brasil passando a enxergar menos riscos.

A última vez que a taxa Selic esteve tão baixa foi em 2013, quando naquela época ela estava em 7,5% a.a, mas esteve em 7,25% a.a no período de outubro de 2012 até abril de 2013, sendo a menor taxa Selic registrada na história. Em julho de 2015, após vários reajustes na Selic, a taxa atingiu 14,25%, considerado o maior nível já registrado até hoje. O Copom retomou os cortes na Selic somente em outubro de 2016.

O BC – Banco Central, controla a inflação que é medida através do IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo – com os juros abaixo da Selic. De acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o resultado do IPCA no mês de setembro deste ano é de 0,16%, um número bem próximo dos 0,08% registrado no mesmo período em 2016, considerado também uma mínima histórica.

No acumulado de 12 meses entre setembro de 2016 e setembro de 2017, o IPCA ficou em 2,54%, a menor taxa registrada desde o mês de fevereiro de 1999. Segundo o Copom, todas essas reduções estão dentro do esperado para o atual cenário da inflação neste momento da economia.