Acordo de R$ 3,47 bilhões oficializa compra da Nextel Brasil por dona da Claro

A empresa mexicana América Móvil, que é responsável pela Claro no Brasil, revelou no dia 18 de março deste ano que irá comprar a Nextel Brasil através de um acordo equivalente a R$ 3,47 bilhões. Segundo a dona da Claro, o acordo de compra já foi fechado entre as empresas.

Considerando os termos do acordo, as empresas NII e AL Brazil Holdings, que são as controladoras da Nextel Brasil, aceitaram vender todas as suas participações na empresa pelo valor de US$ 905 milhões, que é equivalente ao total de R$ 3,47 bilhões.

Segundo as notícias divulgadas pela América Móvil, a Claro Brasil conseguirá com essa transação bilionária a consolidação de sua posição entre as principais empresas prestadoras de serviços no Brasil na área de telecomunicações. Com uma cobertura ainda maior, a Claro espera conseguir mais assinantes no Rio de Janeiro e em São Paulo, que são os principais mercados no Brasil para empresas de telecomunicações.

Além da América Móvil, as empresas que controlam atualmente a Nextel Brasil informaram que o acordo realmente existe e que a América Móvil comprará todas as participações da Al Brazil Holdings e da NII sobre a Nextel Brasil. O valor de US$ 905 milhões também foi confirmado por ambas as empresas que detêm atualmente as parcelas de 30% e 70%, respectivamente, sobre a empresa Nextel.

Após essa transação, a América Móvil terá o controle total sobre a Nextel Brasil, sendo a única controladora da empresa. No entanto, a transação só ocorrerá após aprovação dos acionistas responsáveis pelas atuais controladoras da Nextel. Além disso, a transação precisará ainda das aprovações dos órgãos regulamentadores, sendo eles: Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Em dezembro de 2018 a Anatel divulgou que a empresa Nextel ocupava o quinto lugar entre as maiores operadoras de telefonia no Brasil. De acordo com os dados divulgados pela agência, a Nextel tinha um total de 3,3 milhões de registros de linhas móveis em atividade no país, o que significa uma ocupação de mais de 1% em todo o mercado brasileiro dentro do segmento de telefonia celular. Já a Claro ocupa o 2º lugar neste ranking, com participação de 24,6% do mercado brasileiro.

Flavio Maluf reporta de que modo os drones têm revolucionado o agronegócio

 

Legalmente autorizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) desde 2017, o emprego de drones já é realidade em diversos segmentos. O agronegócio, por sua vez, é um dos setores que tem se valido da tecnologia. Por agregar diversas funções, este tipo de equipamento permite monitoramento de áreas, além de outras utilidades que são aproveitadas por organizações de naturezas variadas, informa Flavio Maluf.

Um dos tipos de drone mais conhecidos, os chamados VANTS (Veículos Aéreos Não Tripulados) são largamente utilizados por empresas do ramo agrícola. Conforme reporta o empresário Flavio Maluf, um total de 25% do faturamento mundial dos fornecedores dos equipamentos tem sua origem nesse segmento.

Uma das empresas nacionais que mais se destacam na venda desses veículos é a Hórus, cuja sede se encontra no estado de Santa Catarina. A companhia em questão foi inaugurada em 2014 e desde então já dispôs no mercado 3 tipos diferentes de drones, salienta Flavio Maluf com base em uma reportagem do site da revista Exame.

Com base nas perspectivas positivas relacionadas ao agronegócio, a empresa decidiu diversificar sua gama de serviços. Desse modo, além da venda de drones, a companhia também possui um serviço voltado ao monitoramento e posterior análise das informações levantadas. Segundo Fabricio Hertz, é possível até mesmo que análises nutricionais do solo sejam realizadas com o uso desse tipo de aeronave.

Mais do que agilizar a produção, tecnologias dessa natureza têm sido vistas como um meio de se cortar gastos em diversos aspectos. De acordo com Hertz, as lavouras são favorecidas, sobretudo no que se refere ao uso mais eficaz de defensivos agrícolas. Ele explica que em tempos passados era preciso realizar a aplicação desses produtos em toda a plantação. Hoje, entretanto, é possível saber exatamente quais pontos necessitam de fato desse tipo de cuidado, reproduz Flavio Maluf.

 

Para mais informações sobre Flavio Maluf, visite seu site official: https://flaviomalufoficial.com/

Conheça a pesquisa que mapeou a situação das privatizações no Brasil

Conforme uma pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias), até que a infraestrutura do país atinja patamares ideais, todo o processo levará mais de 20 anos. Felipe Montoro Jens, especialista em projetos dessa natureza, informa que mais investimentos deverão ser realizados a fim de que o Brasil consiga deslanchar nesse aspecto.

O estudo também concluiu pontos importantes acerca do modo de execução de tais projetos. Dentre o que mais recebeu destaque na publicação, está o fato do país demandar por planejamentos bem estruturados. Felipe Montoro Jens esclarece que isso faria com que boa parte dos recursos fosse melhor empregada.

Em razão da maneira como os projetos são realizados, pôde-se apontar que existem falhas no processo de execução, sobretudo nas partes que cabem aos Estados. Para que esse cenário se modifique, Felipe Montoro Jens destaca a necessidade de se elaborar com maior critério as ações decorrentes de assuntos ligados à infraestrutura.

Para que se modernize de fato, especialistas da CNI defenderam o posicionamento de que o país precisa dar mais abertura aos investimentos provenientes da iniciativa privada. Com isso, as privatizações são vistas como fundamentais para que haja maior equilíbrio na balança comercial nacional, noticia o empresário Felipe Montoro Jens.

Embora ainda haja muito a ser feito, o estudo já aponta melhorias no que diz respeito à adoção de privatizações no país, salienta o especialista em projetos de infraestrutura. Há ainda perspectivas de maiores avanços em questões estruturais, segundo apontou algumas conclusões obtidas a partir da realização da pesquisa.

Felipe Montoro Jens reporta certas dificuldades em relação à ações que envolvem as privatizações. Mesmo com essa constatação, os retornos sobre investimentos costumam ser satisfatórios. O empresário explica que há a necessidade de se contar com grande segurança jurídica no momento de se firmar parcerias desse tipo, uma vez que sempre há pontos a se esclarecer.

Grupo Eucatex, de Flavio Maluf, e outras empresas apostam nos avanços da tecnologia

Os avanços tecnológicos já demonstraram serem verdadeiros aliados aos vários segmentos presentes no mercado. E isto não é diferente no Grupo Eucatex, presidido pelo renomado empresário Flavio Maluf, que está sempre em busca de inovações para seus produtos e clientes. A indústria é responsável pela produção de papel e celulose, sendo considerada uma das mais importantes de todo o país.

Assim como Flavio Maluf e a Eucatex, outras empresas também têm aproveitado os benefícios que a tecnologia oferece, como é o caso do agronegócio. Segundo relatório da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão – CBAP -, cerca de 67% das propriedades agrícolas do Brasil já praticam algum tipo de inovação tecnológica. E este investimento é muito relevante para o país, tendo em vista que o agronegócio foi o principal setor que impulsionou a economia brasileira em 2017, com 23% do PIB.

O mais interessante dessas tecnologias é a possibilidade de trabalhar com ações sustentáveis, oferecendo produtos que fortaleçam a cultura da sustentabilidade. Para Flavio Maluf, é fundamental desenvolver tais ações a fim de proteger o meio ambiente e preservar os recursos naturais. Além disso, ressalta o empresário que as inovações possibilitam, ainda, uma ótima opção para quem tem perspectiva de atuar no mercado e começar a empreender.

Outro ponto é a transformação digital, que colabora bastante em tempos de crise financeira no país. Isso porque a tecnologia é capaz de promover praticidade, bem como facilitar a execução de tarefas realizadas diariamente no campo. Nesse tocante, Flavio Maluf destaca a positividade de investir na criação de ferramentas e plataformas para auxiliar no planejamento, nas informações e nas análise dados, cuja finalidade principal é otimizar a produção, além de divulgar melhor o negócio para render bons resultados.

No agronegócio, a ideia de Flavio Maluf vem trazendo boas respostas, conseguindo atingir os objetivos propostos, melhorar a produtividade e incrementar os lucros, com a diminuição dos custos e manejo adequado dos recursos naturais.