CVC viu empresa do ramo falir com dívidas, mas progrediu implacável

No momento em que a CVC iniciou as suas atividades, as perspectivas para os negócios eram atrativas, mas as comparações com a concorrente Soletur assombrava a empresa, pois a grande a rival do ramo turístico havia falido cheia de dívidas no ano de 2001. Hoje o empresário fundador da CVC tem uma  história de sucesso para ser contada, pois iniciou a maior operadora de turismo da América Latina e que possui boas perspectivas. Nos cinco anos que se passaram, a companhia comprou nove empresas, sendo duas argentinas, o Grupo Bibam e a Ola Turismo.

Fundada em 1979 com mais de 400 colaboradores o Bibam é composto pela Avantrip e pela Biblos, e conta com uma plataforma on-line que possui um volume de transações que está entre os maiores e-commerces da Argentina. Juntamente com a Ola, são US$ 500 milhões por ano em reservas sendo o segundo maior player da Argentina, comprar as empresas custou um investimento à CVC Corp. de US$ 20 milhões. O mercado de luxo também foi um motivo para a compra da Bibam, que está presente nesse mercado. Os planos envolvem adquirir o conhecimento da empresa para atuar no ramo de turismo de luxo.

Luis Fernando Fogaça, presidente da CVC Corp. assumiu o cargo neste ano, o seu início na companhia foi há nove anos. Durante sua carreira, Fogaça foi um dos responsáveis pela abertura de capital da empresa no ano de 2013 na bolsa de valores, e também nas estratégias para a compra de setores diferentes na área do turismo.

O interesse pela aquisição das empresas argentinas vem da posição de destaque no mercado, sendo o segundo maior na América do Sul. Ainda que o momento do país não seja dos melhores, os viajantes que mais visitam o Caribe saem de lá. Unindo forças a CVC Corp. pretende se tornar importante em muitos destinos.

De acordo com José Ernesto Marino, fundador e presidente da BSH International, que atua gerenciando investimentos em imobiliário turístico e hospitalidade, a CVC confia na expansão de suas operações, no entanto, a Ambev tentou o mesmo sem o sucesso esperado. Para o analista de consumo Fernando Lopes, da Apex Capital, o investimento está dentro de uma lógica para ganhar mais espaço no mercado.

 

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