Guilherme Paulus o empresário do Turismo que busca dominar a hotelaria

Que o Brasil possui um enorme potencial turístico que não é devidamente aproveitado não é novidade nenhuma. Porém, há alguns empreendedores que acreditam na expansão do turismo brasileiro e investem pesado no setor. Um dos nomes mais importantes entre eles é o de Guilherme Paulus, fundador da CVC viagens que atualmente está buscando se estabelecer como um dos líderes no setor de hotelaria no Brasil.

Guilherme Paulus começou sua carreira com 22 anos, quando fundou a CVC. Inicialmente, a empresa atendia filiações de empregados na cidade de Santo André. Sob administração de Paulus, a pequena empresa do grande ABC tornou-se a maior operadora de viagens da América latina e a terceira maior do mundo. Nos anos recentes, mais de 4 milhões de pessoas fizeram viagens com a CVC, valores que tem tendência em aumentar com a recuperação da economia. Em 2015, Guilherme Paulus vendeu o controle de sua empresa para o fundo americano Carlyle pelo valor de 1 bilhão de reais. Esse feito garantiu a Paulus entrada na lista dos bilionários da revista FORBES Brasil. Entretanto, Paulus afirma que não tinha intenção de vender a agência. “Cada hora surgia um problema, como a alta do dólar, por exemplo. Nesse ínterim, apareceu um e-mail da Carlyle interessada em comprar a empresa. Comentei com meu diretor financeiro, que falou se tratar do terceiro maior fundo de private equity do mundo”, lembra.

Agora Guilherme Paulus busca se estabelecer como líder de outro setor: o de Hotelaria. Mesmo com o surgimento de aplicativos como Airbnb, onde é possível alugar vagas, quartos e até casas, Paulus não se mostra preocupado. Segundo empresário, o brasileiro tem o hábito de viajar e continuar passeando mesmo durante a crise. Segundo ele, o alto preço do dólar pode tornar destinos como Bariloche pouco atraentes, mas faz com que as atenções se voltem para outros como Gramado. Para conseguir seu objetivo, Guilherme Paulus fundou o GJP Hotels & Resorts, do qual é o único dono atualmente. O rede de hotéis administra mais de 10 hotéis em diversas cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Porto de Galinhas, Aracaju, Foz do Iguaçu entre outras. O grupo possui ainda 3 bandeiras: Wish (5 estrelas), Prodigy (4 estrelas) e Linx (3 estrelas). Estão ainda no plano do empresário a construção de mais de uma dezena de novos hotéis padrão 3 estrelas. Os planos haviam sido congelados em 2016 por conta da crise econômica.

Para conseguir se manter à frente do grupo GJP Hotels & Resorts e ainda trabalhar no conselho administrativo da CVC, da qual ainda mantém 25% em ações, encara a rotina com muita disposição. “Está no meu DNA. Não consigo ficar na cama nem no inverno. Gosto de acordar cedo, por volta das 6h30, para ver todos os hotéis, visitar obras, acompanhar a evolução, tomar decisões”, afirmou, em entrevista a FORBES Brasil. E não tem pretensão de parar de trabalhar tão cedo. “A minha vida de hoje continua com a mesma intensidade de trabalho e lutas que a do meu começo de CVC, aos 22 anos. Isso me dá prazer, me ativa. Semana passada, estava em Foz do Iguaçu, antes em Porto Alegre, depois Aracaju e por aí vai. Eu rodo bastante.” E finaliza: “Dinheiro é bom e te dá conforto, mas não compra felicidade”, ensina o empresário.

 

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Etapas para desenvolver uma solução inovadora para um problema

No mercado atual, a prática da inovação não é apenas criar novos produtos. Trata-se de descobrir mercados completamente novos que atendem a necessidades de clientes desconhecidas e, portanto, inexploradas. E na era do comércio pela Internet, o ato de inovação na economia se torna um desafio ainda maior, inundado por um mar de novas ideias. Portanto, o impulso para selecionar e executar as ideias certas e trazê-las ao mercado antes de seus concorrentes assume uma urgência que até então era desconhecida, mas certamente aumentará na rapidez de sua escala nos próximos anos.

Como resultado, as forças motrizes por trás da inovação – anteriormente tecnologia e controle de qualidade e custo – mudaram de questões de eficiência e agora estão unicamente focadas na criatividade e crescimento da organização em direção a um futuro estado de competitividade.

Um exemplo perfeito pode ser visto no processo de pagamento móvel via smartphone. O pagamento móvel forneceu o máximo em conveniência para os compradores, evitando que eles tenham que carregar cartões de crédito e outros meios de pagamento. Embora ainda não tenha se tornado a norma para muitas empresas, a proliferação de pagamento móvel entre as startups é uma evidência do desejo de atingir os consumidores por meio de conveniência e facilidade de uso.

Independentemente do tamanho e do escopo de sua organização, as empresas centradas no cliente que desejam inovar para o consumidor moderno podem considerar a seguinte abordagem:

Descobrir o problema que você está tentando resolver. Como em qualquer primeiro passo, este é crucial. Certifique-se de que está tentando resolver o problema certo e não tente consertar algo que não seja uma prioridade aos olhos do consumidor. Faça isso fazendo as perguntas certas e observando, seja em grupos de foco ou avaliando empresas, produtos e clientes competitivos. Fazer perguntas simples como “o que a empresa XYZ faz melhor que nós?” ou “o que está faltando em nosso produto ou serviço que tornaria melhor?” pode percorrer um longo caminho para definir sua direção neste estágio.

Analise o problema. Nesse estágio, você quer transformar o problema de cabeça para baixo e de dentro para fora, extraindo todas as variáveis ​​e valores que o causam (e remedia-o).

Guilherme Paulus, dono da CVC revela o segredo do sucesso

Muitas pessoas não conhecem Guilherme Paulus, mas certamente já foram clientes ou pelo menos ouviram falar na agência de viagens dele. O empresário é dono e idealizador da maior empresa do ramo em toda a América Latina, a CVC.

Anualmente, a agência de viagens transporta mais de 2,5 milhões de pessoas, para mais de 100 destinos. Esses clientes adquirirem os seus pacotes nas mais de 700 lojas físicas existentes em todo o país ou pelo site da organização.

Para poder atender a todos com maestria, a CVC conta com mais de 8 mil colaboradores credenciados, mas nem sempre foi assim. Para chegar ao que é hoje, Guilherme Paulus precisou ser muito persistente, organizado e trabalhar muito.

Afinal, tudo começou com um pequeno escritório em Santo André, cidade paulista, que era dividido por Paulus e um sócio. Na época, com apenas 23 anos, Guilherme estava encantado com o setor de turismo. Essa paixão surgiu quando ele trabalhou na área.

A abertura da pequena agência de viagens, que fazia apenas percursos terrestres, foi o início de um grande sonho e de uma carreira de sucesso.

Embora tenha começado ao lado de um sócio, a parceria foi desfeita dois anos depois e Guilherme Paulus seguiu sozinho. O jovem empreendedor atendia aos empresários e colaboradores das indústrias instaladas no ABC paulista.

Embora o pequeno negócio estivesse se mantendo, Guilherme Paulus queria mais. O crescimento da CVC não foi fácil e começou com a oferta de viagens com hospedagem em hotéis maiores. Nesse período, além da dificuldade enfrentada por Paulus para reservar os quartos, ele também quase não conseguia realizar o pagamento antecipado dos hotéis.

Com persistência e planejamento, venceu mais essa etapa e cresceu, a ponto de poder fretar um voo para levar clientes ao exterior.

O investimento em estrutura foi essencial, mas não foi o único feito pelo empresário. Ele também observou seus clientes e possíveis consumidores. Notou que, pagar tudo à vista, dificultava a aquisição dos serviços de sua agência de viagens por parte da população.

Como precisava arrumar uma solução para atender a esse público, Guilherme Paulus decidiu vender pacotes parcelados. A ideia deu tão certo que até hoje, 40 anos após a CVC ser criada, essa facilidade é oferecida ao viajante.

Embora saiba que tem uma grande empresa nas mãos, Paulus revela que isso só é possível com muita dedicação, trabalho, uma pequena porção de criatividade e entendendo que o mercado é competitivo. Para vencer, é preciso estar atento aos concorrentes e aos consumidores. A ideia é facilitar a vida dos clientes e se destacar entre os concorrentes.

A tarefa nada fácil só pode ser cumprida por quem acredita no que oferece e está pronto para trabalhar muito, segundo ele. Paulus diz que é preciso estar sempre atento à concorrência, para saber como estão trabalhando e procurar ofertar algo melhor do que eles. Além disso, o empresário precisa estar pronto para lidar com imprevistos que, segundo ele, são constantes e inevitáveis. O empresário renomado compara isso a um jogo de videogame, onde nunca se sabe o que vem pela frente.

Ministério da Infraestrutura mudará o modelo administrativo em rodovias federais

A equipe do governo responsável pelo Ministério da Infraestrutura estuda deixar de lado o atual modelo de concessão de rodovias federais. O novo governo que passou a assumir o país desde 1º de janeiro de 2019, discute a possibilidade de fazer a cobrança de outorgas bilionárias de vendas em leilões ao invés de encarecer o valor dos pedágios em rodovias. As notícias sobre a adoção de um modelo diferente na administração do sistema de pedágios em rodovias federais foram divulgadas no dia 9 de janeiro deste ano.

O sistema de concessão por outorga segue igual ao utilizado por governos anteriores no estado de São Paulo há 20 anos. O objetivo é abandonar concessões que tendem a reduzir os pedágios cobrados em rodovias de todo o país. O atual modelo é visto como insuficiente agora e nos piores momentos de recessão econômica que o país enfrentou.

Se essa proposta for assinada pelo presidente da República os valores arrecadados com as outorgas serão reservados em um fundo nacional. Esses valores arrecadados e depositados no fundo nacional terão a função de financiar melhorias e duplicações necessárias nas rodovias. As estimativas do governo são de arrecadar R$ 1 bilhão com as outorgas em rodovias federais. Um dos exemplos é a arrecadação que poderá ser gerada junto a Rio-Petrópolis, que não terá elevação do preço do pedágio com a outorga e não prejudicará a população com possíveis repasses.

Em todo o estado de São Paulo, as outourgas em rodovias estaduais não são destinadas a um fundo estadual. Neste caso, o valor arrecadado é destinado a um caixa único do governo. São valores que auxiliam em despesas correntes, podendo ser para o pagamento de salários de funcionários públicos, por exemplo.

Segundo o ministro da Infraestrutura, a concessão de 5,4 mil quilômetros de rodovias deverão ser discutidas em reuniões futuras do PPI (Programa de Parceria de Investimentos). Nos dias de hoje, é o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte DNTI o responsável por 57,2 mil quilômetros de rodovias brasileiras, com apenas R$ 7 bilhões em reservas para arcar com a administração e manutenção dessas rodovias.

Vendas de empresa aumentam depois de curso

Quem pensa que a área de vendas é somente vender não sabe que estratégias de bom atendimento podem fazer toda a diferença no momento de fechar a venda. Todo vendedor quer aumentar as suas vendas e consequentemente a sua comissão, mas nem todos querem se qualificar para a área, sendo que esse ponto é importante.

Aqueles que já possuem uma experiência grande na área de vendas podem se aprimorar. Mesmo que a pessoa tenha anos de conhecimento, agregar mais conhecimento apenas irá melhorar a atuação profissional.

A área de vendas está presente em muitas empresas, conseguir clientes e fidelizá-los não é uma tarefa tão fácil. A comunicação e o tratamento com o cliente são fundamentais para conseguir melhores resultados nos negócios.

Na empresa Pepper Drinks, prestadora de serviços de bar e bartenders para eventos, três funcionários fizeram um curso de venda de oito semanas. A qualificação deu retorno, antes do curso a conversão imediata de clientes chegava a 50%, depois do curso o crescimento para o fechamento de contratos chegou a 86%.

Apesar de ser um bom exemplo, a empresa ainda está entre poucas que investem nesse ramo. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP, somente 18,6% das pequenas empresas (MPEs) possuem alguém da equipe que está envolvida em cursos e treinamentos nos últimos 12 meses. Para as empresas que decidiram investir em treinamento e cursos, 98,6% concordaram que a atividade foi útil.

Os donos da Pepper Drinks, os irmãos Denis e Elvis Bueno, afirmam que sempre estão fazendo cursos e repassam o conteúdo para a equipe. Um curso do Sebrae-SP, sobre planejamento estratégico ajudou a tomar a decisão de mudança de fornecedores, o que resultou em uma economia de R$ 2 mil mensais.

MPEs são empresas que estão dentro do comércio e serviços com o limite de 49 empregados. Empresas da indústria de transformação podem possuir até 99 empregados, o faturamento pode chegar até R$ 4,8 milhões.

Investir no conhecimento dos funcionários é potencializar diretamente a empresa de uma maneira eficaz. Ainda que tarefas como vendas sejam aparentemente fáceis, uma melhor instrução irá facilitar e agilizar o crescimento e os resultados de uma empresa.

As muitas personalidades dos empreendedores

Empreendedores são sempre definidos como os indivíduos que fazem um pouco de tudo. Embora isso seja verdade em muitos casos, algumas personalidades realmente definem um empreendedor. Alguns empreendedores têm múltiplas personalidades e são capazes de assumir várias funções, enquanto outros se encaixam especificamente em uma categoria.

Essas personalidades são papéis cruciais para alguém na empresa jogar, pois elas ajudam você e seu progresso na empresa. A progressão é extremamente importante em um negócio, especialmente quando você é uma startup. Se você entender melhor seu papel como empreendedor, poderá ajudar sua empresa a crescer fazendo sua parte.

Aqui estão as personalidades mais comuns que as empresas exigem e os empresários compartilham:

As muitas personalidades dos empreendedores – características de caráter que todos os negócios precisamSendo uma empresa startup, todo mundo gosta de sonhar com essa grande aquisição ou milhões de dólares que eles podem fazer. O pensamento otimista é sempre ótimo, mas também pode ser prejudicial se não for racionado.

Toda empresa iniciante precisa de um realista que coloque as coisas de volta à perspectiva quando todo mundo está sonhando. O realista lembra a todos onde eles estão, o que precisam fazer e como podem alcançar seus objetivos finais.

Este é o jogador da equipe que quer que tudo seja feito imediatamente. Não gosta de esperar nada nem ninguém. Embora muitas vezes esse indivíduo possa ser visto como algo esmagador, ele faz um ótimo trabalho para motivá-lo enquanto faz com que ele trabalhe mais rápido.

A velocidade é uma habilidade essencial que os empreendedores precisam ter, especialmente quando são eles que fazem tudo.

As muitas notícias sobre personalidades dos empreendedores – características de caráter que todos os negócios precisam

O moedor pode ser apenas o jogador mais importante da equipe. O trabalho do moedor é cuidar das pequenas coisas com grande precisão e delicadeza. Não só isso, mas o trabalho dos moedores é muitas vezes tedioso e sem glamour. No entanto, os esforços do moedor podem ajudar uma startup a crescer maciçamente.

As pequenas coisas são as que resultam nos resultados maiores e qualquer grande negócio hoje pode lhe dizer isso.

Conheça as previsões de Isaac Asimov que deveriam se confirmar em 2019

Fazer prospecções para o futuro é algo muito comum, sobretudo entre astrólogos e cientistas. Na década de 1980, o escritor Isaac Asimov decidiu escrever acerca do que esperava para mais de 3 décadas depois. O mesmo já foi feito por uma outra personalidade, George Orwell, que serviu como fonte de inspiração para ele.

Dedicando toda a sua carreira literária a escrever sobre ficção científica, Asimov utilizou o último dia de 1983 de forma diferente da habitual. Se em outras épocas se encarregava de escrever acerca de suas resoluções para o novo ano, naquele dedicou-se a escrever especificamente para o The Star of Canada, um jornal de variedades.

O ano escolhido pelo escritor como alvo de suas expectativas foi justamente 2019, conforme pontua o Portal de Notícias Terra. Três assuntos foram abordados por ele para citar as expectativas: exploração do espaço, guerras e informática. O início do texto já esclarecia que havia uma possibilidade extremamente remota de que uma guerra nuclear ocorresse.

Embora a questão da não ocorrência de uma guerra dessas proporções tenha se confirmado, o escritor não acertou quando afirmou que haveria um embate entre Estados Unidos e União Soviética. Isso pode ser facilmente observado pelo fato da URSS já ter sido extinta há muitos anos.

Uma outra abordagem de Asimov se mostrou verdadeira. Trata-se do emprego dos computadores em diversas aplicações, como as de natureza doméstica, por exemplo. Mesmo sem ter citado nomes de equipamentos informatizados, ao ler o texto do escritor é possível se perceber que ele se referia justamente aos dispositivos eletrônicos empregados na atualidade.

Robôs passaram de fato a substituir pessoas em linhas de montagem e isso foi previsto por Asimov. Ele ressaltou, entretanto, que esse tipo de substituição não seria causadora de demissões em massa, já que o progresso tem a peculiaridade de gerar a promoção de empregos.

Apesar de ter acertado em diversos pontos, Asimov se mostrou equivocado quanto à exploração do espaço. De acordo com a publicação, em 2019 o homem já teria feito outras inúmeras viagens à Lua, o que não se confirmou ao longo das décadas. Mesmo tendo conseguido pisar em solo lunar, tal feito não se repetiu.

 

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/isaac-asimov-as-previsoes-para-2019-feitas-em-1983-pelo-genio-da-ficcao-cientifica,ef23f3948e81f37e6c5e634974eaa82dlqqvm6oq.html

Inscrições para o Sisu 2019 serão abertas em janeiro para quem fez o Enem 2018

As pessoas que fizeram a prova do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2018 – poderão garantir uma vaga na universidade pública através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesse modelo de avaliação e de seleção, os alunos serão classificados de acordo com a nota obtida no Enem 2018, sem a necessidade de fazer vestibular. A iniciativa acontece anualmente, desde 2010, e é do Ministério da Educação.

Os interessados em pleitear uma vaga no Sisu 2019 poderão se inscrever a partir de 22 de janeiro, até o dia 25 do mesmo mês. Os candidatos deverão ter realizado a prova do Exame Nacional do Ensino Médio e não podem ter zerado na redação.

Serão 235.476 vagas ofertadas por 129 instituições públicas estaduais ou federais de todo o Brasil. A lista completa de universidades e os cursos com vagas podem ser visualizados no site http://sisu.mec.gov.br/cursos.

Para se inscrever a partir de 22 de janeiro de 2019, o interessado deverá seguir os seguintes passos:

– Verificar a senha cadastrada na inscrição para o Enem 2018 e o número da inscrição;

– Entrar no site http://sisu.mec.gov.br/inicial;

– Pesquisar a vaga de interesse, usando o nome da cidade, do curso ou da universidade pretendida;

– Clicar no curso de interesse para ter mais informações sobre a vaga e ver se atende aos requisitos. É importante lembrar que algumas delas são reservadas para cotistas;

– Confirmar a inscrição.

Enquanto o período de inscrição ainda estiver aberto, o estudante que se inscrever poderá acompanhar as notas de corte e, caso deseje, alterar o curso ou cidade escolhidos na hora da inscrição.

Após o término do período o sistema, automaticamente, lista os candidatos com maiores notas. O resultado será divulgado em 28 de janeiro de 2019, em portais de notícias e no site do MEC. Os candidatos aprovados serão chamados para a realização da matrícula. Quem não for selecionado terá entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro para manifestar o interesse em ficar na lista de espera, se for o caso.

Conab informa recorde de 61,65 milhões de sacas de café produzidos em 2018

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou no dia 18 de dezembro de 2018 que a produção anual de café chegou a um recorde de 61,65 milhões de sacas. Neste ano, a Conab previa uma produção de 59,9 milhões de sacas. Sendo assim, os novos dados confirmam um recorde histórico da produção nacional de café.

Comparado ao ano de 2017, a produção nacional de café deste ano é 37,1% maior. Segundo a companhia, esse recorde na produção nacional de café se deve às ótimas condições climáticas registradas ao longo do ano. Essas condições proporcionaram boas floradas do café. Além disso, houve maior utilização de pacotes tecnológicos, uso de variedades de café em lugares como o Mato Grosso e Rondônia, e maior exploração da bienalidade, principalmente em relação ao café arábica.

Este foi o último relatório oficial divulgado pela Conab em relação a produção de café deste ano. Lembrando que o Brasil é o maior produtor e exportador de grãos de café em todo o mundo. Com esses dados, o Brasil avança para mais um ano sendo líder na produção e exportação da commodity.

Segundo os dados da companhia, o café arábica teve sua produção aumentada em 38,6% neste ano, o que indica uma produção de 47,5 milhões de sacas produzidas apenas em 2018. Só a produção do arábica já destaca um recorde nacional comparado a todas as safras anteriores.

Já em relação ao café conilon, também chamado de robusta, a sua produção foi 32,2% maior que no ano de 2017. Ao todo foram produzidos 14,2 milhões de sacas de café conilon em 2018. Esses dados apenas confirmam a recuperação econômica do setor depois de tantas notícias sobre problemas climáticos enfrentados pelo Espírito Santo, que é o estado que mais produz o café conilon.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também lançou suas estimativas em relação a produção deste ano de café. Para este ano, o IBGE estima que o Brasil chegue a um total de 59,6 milhões de toneladas de grãos de café. Os dados serão confirmados somente após a apuração do encerramento de 2018.